ameaças cibernéticas

Quais são as 7 ameaças cibernéticas que as empresas devem conhecer?

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Quanto mais sofisticadas se tornam as tecnologias, mais elaborados são os cibercrimes, aumentando não só a complexidade do ato, mas também os prejuízos gerados para a organização.

Principalmente com a LGPDP (Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais) sendo sancionada e entrando em vigor em 2020, os cuidados devem ser redobrados, já que as organizações passam a ser responsáveis pelos dados que obtêm de seus clientes.

Por isso, é fundamental saber como se precaver de problemas com a segurança, começando pela identificação dos principais delitos que ocorrem nas organizações.

Continue lendo e conheça as 7 principais ameaças cibernéticas mais comuns, aprenda como elas funcionam e como combatê-las para evitar problemas em seu negócio.

1. Data Breach

O Data Breach (termo em inglês para “violação de dados”) é um incidente resultante de um ciberataque realizado por criminosos, no qual a segurança de dados privados ou confidenciais entra em xeque.

O hacker, por meio de uma vulnerabilidade ou ações de intrusão, consegue quebrar as ações de segurança e proteção de dados e obtêm acesso ao Data Base da organização. Com isso, pode ter acesso a informações importantes e gerar alguns problemas, tais como:

  • acesso a dados como documentação e número de cartão de crédito dos seus clientes;
  • acesso a dados sigilosos e estratégicos da organização;
  • vazamento de informações que sejam segredos de mercado, entre outros.

2. Malwares

Malwares é a junção dos termos “malicious” e “software”, ou seja, diz respeito a softwares cuja função é agir de forma maliciosa nas máquinas, seja para atuar de forma criminosa, seja para facilitar a entrada de vírus que realizarão as ações transgressoras com maior liberdade.

Até mesmo softwares que pareçam confiáveis podem ser malwares. Isso porque basta que uma parte da solução tenha sido codificada para causar danos, fazendo com que todo o resto pareça funcional.

Estão no rol de malwares:

  • trojans;
  • spywares;
  • ramsonwares, entre outros.

3. Ransomware

Os ransomwares são uma modalidade de malwares que merece muita atenção por parte dos gestores de TI pela gravidade de suas consequências para as organizações. Para compreender melhor, é importante saber como eles funcionam.

O ransomware é um código malicioso, cujo objetivo é, a partir do momento em que ele começa a rodar, passa a criptografar os arquivos presentes na máquina, tornando-os indisponíveis para acesso.

Quando todos eles já estão inacessíveis, o vírus mostra uma mensagem para o usuário, avisando sobre a operação delituosa e que será necessário pagar um valor de resgate para a liberação dos documentos, normalmente em bitcoins, para que não seja possível rastrear o destino.

A questão é que, muitas vezes, mesmo que o pagamento seja realizado, não é garantido que os cibercriminosos honrarão com o combinado, causando enormes danos aos arquivos e muitos prejuízos financeiros.

4. Worms

Os worms (vermes) são bem semelhantes aos vírus comuns, porém, com um grande potencial de autorreplicação, ou seja, ele tende a se espalhar rapidamente a partir da primeira contaminação, passando de máquina para máquina.

Para ser passado ele não precisa ser explicitamente executado. Basta que ele infecte a primeira máquina. A transmissão pode ocorrer por meio de conexão de redes locais (algo extremamente propício no ambiente empresarial), pelo disparo de e-mails em massa e mensagens em comunicadores, entre outros.

A facilidade de replicação é o principal diferencial entre os worms e os vírus comuns. Esses últimos necessitam ter um host ou de um sistema operacional ativo para conseguir realizar sua infestação — pontos que não são necessários para o primeiro tipo de invasor.

5. Fraude Limpa

A Fraude Limpa é um outro nome para uma ação criminosa relativamente comum, infelizmente, no que concerne a transações financeiras — a clonagem de cartões, ou obtenção dos dados do cartão do cliente, entre outros.

Seu nome deriva do fato de que o criminoso, muitas vezes, tem todos os dados da vítima — obtido, por exemplo, pela invasão dos bancos de dados de uma empresa — e, por isso, torna-se mais difícil identificar o ato delituoso, a não ser quando o titular dos dados descobre o problema.

A empresa pode ser afetada de duas formas:

  • pela violação dos dados de seus clientes que serão eventualmente roubados;
  • pela utilização dos dados de terceiros para fazer compras e aquisições de produtos e ou serviços do seu negócio.

6. Fraude em boleto

A fraude em boleto bancário é outro tipo de ameaça cibernética muito recorrente e que pode impactar consideravelmente a saúde financeira das organizações. Ela pode ser praticada de três formas distintas:

  • um vírus (bolware) pode fazer com que se alterem os dados do boleto bancário, realizando a adulteração da conta recebedora, fazendo com que o valor pago seja debitado em outra conta, normalmente a do golpista;
  • um vendedor anuncia um produto falso. A pessoa realiza a compra, paga o boleto, mas o item nunca é entregue;
  • sequestro de estoque, que é quando um lojista de caráter duvidoso realiza a compra de diversos itens do concorrente e segura-os até a data de vencimento do boleto, impedindo sua comercialização.

As empresas devem estar bem atentas, principalmente, para o primeiro tipo que trata de uma ameaça cibernética que passa despercebida para o usuário comum e, até que seja descoberta, já gerou grande prejuízo financeiro para seu negócio.

7. Serviços DDoS-for-Hire

Os ataques DDoS são normalmente utilizados como uma espécie de “cortina de fumaça” pelos cibercriminosos. Com a negação de serviço (queda do site de e-commerce, por exemplo), os hackers conseguem aproveitar a distração para realizarem ataques em outros pontos de vulnerabilidade.

Se antes esse tipo de ataque era relativamente menos perigoso, hoje em dia, com a possibilidade de botness “por aluguel”, é possível que os criminosos consigam ter acesso a ferramentas mais eficazes, maior banda de rede e menor custo, atuando de maneira muito danosa com este tipo de ação.

São inúmeras as possibilidades de ameaças cibernéticas contra empresas. Por isso é fundamental que as organizações saibam como se proteger, adotando medidas importantes, tais como:

  • trabalhar com automação na área de segurança;
  • implementar uma metodologia de Inteligência de Ameaças;
  • investir em Cyber Security;
  • manter seus sistemas e soluções atualizados;
  • utilizar bons antivírus.

As ameaças cibernéticas podem trazer prejuízos financeiros e imateriais imensuráveis para qualquer negócio. Por isso é essencial saber como garantir a segurança dos dados, principalmente para evitar complicações legais no futuro.

Sua empresa já passou por problemas com alguma dessas ameaças? Então, conte-nos sua experiência nos comentários.

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